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A relação complicada entre empréstimos bancários e pequenos negócios.

O pequeno empreendedor encontra no empréstimo bancário, a primeira porta para se conter e restabelecer-se em momentos de instabilidade econômica. 

Durante crises como a que sofremos atualmente, é comum as instituições oferecerem empréstimos com extensões de pagamentos.

Mas, como tudo isso funciona na prática?

Primeiramente, os empréstimos bancários são contratos firmados entre o empreendedor e a instituição, tendo por regra a oferta monetária sob a condição de pagamento parcelado com juros pré-estabelecidos no ato da contratação. Ao contrário do financiamento, não há a necessidade, de justificação dos fins a que serão destinadas à concessão.

Em cenários de instabilidade, como na pandemia, o Governo divulga programas de empréstimos que não atingem seu fim, o que provoca uma estagnação na liquidez dos pequenos negócios, que sentem muito mais os impactos da crise.

Segundo Schumpeter, um dos maiores economistas do século XX, o desenvolvimento econômico é motivado por três fatores:

  • a inovação tecnológica;
  • a presença do empresário empreendedor;
  • e o acesso ao crédito;

Sendo assim, podemos entender o crédito como um dos elementos-chave para o desenvolvimento da economia, sendo responsável pela viabilização de projetos que levam o país a um nível maior de crescimento e desenvolvimento.

Lamentavelmente, os empréstimos emergenciais do BNDS, aplicados pelos bancos, apesar de chegarem com taxas atraentes, raramente alcançam o seu destino, pois as agências impossibilitam o curso. Ainda assim, nem as ofertas com taxas altíssimas estão ao dispor, já que neste ponto, muitos negócios estão inseridos em serviços de proteção ao crédito.

As micro e pequenas empresas tem, em geral, baixa lucratividade e produtividade, apresentando discrepância nos níveis de lucro. No entanto, são de grande importância para a economia. Por isso precisam ser tratadas como tal.

Mas não é exatamente o cenário que encontramos. A dura realidade é que apesar de uma imensa quantidade de empreendedores dispostos a enfrentar a crise, ocorre o fechamento de portas em grande medida.

Ao invés do movimento natural de captação de recursos, estabilização econômica, reorganização do negócio em tempos onde novas demandas surgem e outras deixam de existir e investimento em inovação para o crescimento e desenvolvimento econômico, vemos grandes gestores em reuniões com ministros e pequenos negócios sendo arremessados ao abismo da falência.

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